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A Osteopatia no Tratamento de Doenças Respiratórias

Texto por: Lucas Villalta – Fisioterapeuta e Osteopata Doenças e problemas respiratórios são presentes em grande parte da população e em todas as faixas etárias. Estes problemas podem começam desde as vias aéreas superiores (fossas nasais, faringe e laringe) e até as vias áreas inferiores (traqueia, brônquios, bronquíolos e alvéolos). O nome que damos a esses […]

2 de setembro de 2020
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Texto por: Lucas Villalta – Fisioterapeuta e Osteopata

Doenças e problemas respiratórios são presentes em grande parte da população e em todas as faixas etárias. Estes problemas podem começam desde as vias aéreas superiores (fossas nasais, faringe e laringe) e até as vias áreas inferiores (traqueia, brônquios, bronquíolos e alvéolos).

O nome que damos a esses problemas, sinais e sintomas depende da resposta e da região do corpo sendo afetada. Por exemplo, tosses, asma, bronquite, sinusite, rinite, pneumonia, bronquiolite, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) ou conhecida como enfisema, apneia obstrutiva do sono (AOS).

Na Osteopatia entendemos que estes problemas são CONSEQUÊNCIA de um sistema/corpo que não está sendo capaz de lidar com as demandas e exigências internas e externas do dia-a-dia. Essa incapacidade do corpo em lidar com agentes estressores pode ter como causa DISFUNÇÕES (alteração mobilidade e troca de fluídos entre as estruturas do corpo) que não permitem o corpo se AUTORREGULAR/AUTOCURAR.

Trazendo essa perspectiva para problemas respiratórios, devemos pensar no indivíduo como um todo, portanto nos perguntamos: Quais estruturas compõe e estão relacionadas a este sistema respiratório? Quais são as regiões do corpo do paciente que estão com falta de mobilidade? Há traumas, questões alimentares, sociais e emocionais relacionadas aos sintomas deste paciente?

Irei exemplificar estas questões através dos modelos biomecânicos e neurológicos de tratamento da Osteopatia – são cinco modelos no total.

Por exemplo, a compressão de nervos na região do crânio, coluna cervical e torácica pode alterar e diminuir a umidificação e controle de músculos das vias áreas superiores, portanto, podem gerar quadros alérgicos (hipersensibilidade), rinite, sinusite, AOS. Desta forma, se tratamos essas regiões do crânio, cervical e coluna torácica podemos modular e gerenciar melhor as respostas do corpo, diminuindo esses sintomas.

Outro modelo que podemos levar em consideração é o modelo respiratório e comportamental. Exemplo, a forma como respiramos determina a quantia de oxigênio que colocamos dentro do corpo e a quantia que eliminamos dióxido de carbono (CO2) do corpo, portanto o pH (escala numérica para determinar se uma solução está ácida ou básica) do corpo pode ser alterado de acordo com a forma que respiramos. Sabemos que alterações do pH do corpo facilitam processos inflamatórios. Desta forma, se você experimenta altos níveis de stress diários, somado as disfunções relatadas, pode alterar toda a bioquímica do seu sangue, gerando quadros e problemas respiratórios que não serão resolvidos apenas com medicação.

Como vocês puderam ver a Osteopatia leva em conta o indivíduo independente da sua queixa. Esta abordagem tem como proposta tratar a causa do problema do paciente e não apenas os sintomas que são a ponta do iceberg.

Contacte o seu profissional de saúde para obter mais informações se tiver alguma dúvida. Este artigo não pretende substituir o conselho de seus profissionais de saúde.

 

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Depoimentos

Minha doula, Karen, que me mostrou que muitos “nãos” podem ser convertidos em um único “sim”. Aquele que terá valor para o resto de sua vida, como a fênix faz a mulher renascer das cinzas, que faz adormecer a mulher fragilizada, para dar espaço a mulher dona de si, do seu destino e mãe. E que fez tudo para que isso acontecesse de uma forma serena, cheia de luz e paz. Para você, querida, que foi meu porto seguro, que fez tudo e que viveu minha perda e tornou isso a maior conquista e descoberta da minha vida: Todo amor que houver nessa vida.

Marilene Pereira

A drenagem linfática sempre me ajudou desde antes da gestação, mas principalmente durante ela, quando os inchaços são mais constantes. Além disso, contar com uma profissional bem atualizada me deixa bastante tranquila em relação ao parto (Karen será minha doula), sem contar todo o acolhimento recebido.

Juliana Ferraz

Conheci a Pamela este ano e recebi um enorme benefício para meu corpo e minha saúde. Sua conduta é profissional de grande qualidade, dedicação e seriedade, sempre preocupada em estudar a saúde de cada paciente em particular. Indico sempre seu trabalho!

Liliana

Bem , conhecer a Karen foi um prazer para mim , Gio e nosso filho Pedro . Iniciamos o preparo perineal com ela no terceiro trimestre de gestação com uma consulta atenciosa e profissional na clinica Healize. Tive uma dedicação da Karen desde o primeiro contato, e eu mesmo sendo médica precisei de muitas informações para meu desempenho no parto. Mesmo com o preparo que nosso corpo nos dá para o parto , a massagem perineal e o uso do EPi nos deixaram seguras frente ao trabalho de parto. O Pedro nasceu de 39 semanas e 3 dias de parto normal sem ipisiotomia sem nenhuma laceração em meu períneo , isso nos deixou muito gratas com o atendimento recebido na Healize.

Carolina Cresciulo

Tenho 68 anos e há 2 anos atrás não estava bem, com o corpo todo enrijecido, fortes dores me impossibilitando de andar ou subir degraus, foi quando decidi experimentar o Pilates, foi a minha cura. Gostaria de dizer que o Pilates tem que ser muito bem orientado e bem acompanhado, o que encontrei na Healize, com uma profissional séria, competente e que está sempre se atualizando com cursos e estudos.

Aidir Maria